sexta-feira, 3 de junho de 2011

GILBERTO PEREIRA (JPT) SOLICITOU APOIO DE VEREADORES PARA PROJETO QUE PREVÊ INSTALAÇÃO DE CESTOS PARA COLETA SELETIVA DO LIXO EM ESCOLAS DO CHUI



Na quinta-feira, 02 de junho de 2011, os vereadores Luis Alberto Soares (Líder da Bancada do PP), Carlos Segóvia (Presidente da Câmara - PP) e Alencar Rocha Borges (Líder da Bancada do PT), receberam de Gilberto Pereira representante da Juventude do Partido dos Trabalhadores (JPT-CHUI), um projeto que prevê a instalação de Cestos Coletores para Resíduos Recicláveis em todas as escolas municipais. O projeto foi entregue pela JPT aos vereadores nesta data, pois nesta semana é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. " O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou no território nacional a Semana Nacional do Meio Ambiente de 01 à 07 de junho. Devemos aproveitar a oportunidade da data para buscar medidas que promovam o desenvolvimento sustentável". Informou Pereira.

O projeto foi apresentado à Casa pelos vereadores Alencar, Carlos e Luis e será colocado em votação na Sessão da próxima segunda-feira, 06 de junho.

Brizola, o mito por Jurandir Machado da Silva

Por que resolvi pesquisar sobre a Legalidade? Para sentir o cheiro de uma época especial, o começo dos anos 1960. Queria acompanhar a trajetória de Leonel Brizola, o último mito gaúcho. Estou cada vez mais convencido de que os grandes heróis do Rio Grande do Sul não pertencem ao século XIX, mas ao XX: Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola. O século XIX tentou tirar o Rio Grande do Sul do Brasil. O século XX fez do Rio Grande do Sul uma locomotiva do Brasil, um instrumento de solidificação da identidade nacional e, com todas as contradições possíveis, um mecanismo de reforma social, de incorporação dos excluídos e de edificação de um novo país. De Getúlio a Brizola, não paramos de dar saltos.

Tenho estudado o Brasil do século XX no detalhe. Escrever "Getúlio" e "1930: Águas da Revolução" me deu uma visão minuciosa dos nossos paradoxos, avanços, recuos, limites e entraves. Atrevo-me a dizer que Leonel Brizola foi o melhor governador da história do Rio Grande do Sul, o mais ousado, mais consistente e mais reformista, o homem que teve, se me permitem a expressão tão usada em nossos "pagos", "colhões" para encampar a companhia de energia elétrica, pertencente a Bond and Share, e a empresa de telefones, filial da ITT, dando-lhes uma banana e um simbólico cruzeiro de indenização. Esse mesmo Brizola que fez a primeira reforma agrária vitoriosa do Estado, no Banhado do Colégio, em Camaquã, façanha que completará 50 anos em 27 de julho de 2012. Tudo isso é sabido. Eu queria entender a formação dessa personalidade complexa, apaixonada, destemida e única.

Getúlio foi o produto de um enigma, a inteligência estratégica e misteriosa, o fazendeiro que frustrou os seus pares e, apesar dos anos tristes da sua ditadura, o Estado Novo, buscou sempre a modernização do Brasil. Jango, ao contrário do que se diz, jamais foi um fraco, mas, sim, um reformista generoso que queria mudar o Brasil sem derramar sangue e sempre esteve disposto a negociar para evitar o pior, mesmo ao custo de derrotas pessoais. Era um intuitivo e um generoso. Brizola esteve à esquerda de Getúlio e de Jango, um espírito de fogo, o fruto de uma educação, o filho da professora, o menino que cedo viu na escola a mais real e consequente forma de ascensão social para si e, depois, feito homem, para todos. A lista de realizações do governo Brizola rivaliza com o número de títulos acumulados pelo Barcelona nos últimos anos. A Legalidade foi o salto para o mito.

No meu livro, "Vozes da Legalidade", busco entender essa transformação estonteante, digna de um Julien Sorel de Stendhal, do menino que deveria se chamar Itagiba, depois Leonel Itagiba, finalmente, por escolha dele mesmo, só Leonel. Como se produziu a sua disposição para o risco? Como, em 25 de agosto de 1961, quando o louco do Jânio Quadros renunciou, Brizola percebeu que estava diante da História, a história que mudaria a sua vida e atrasaria o Golpe Militar em três anos? É um tempo que se revela, um imaginário, o último grande momento político da era da rádio, antes da hegemonia da televisão e do túnel negro da ditadura nada branda, longa e cruel.

Juremir Machado da Silva | juremir@correiodopovo.com.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

2ª OFICINA DE PERCUSSÃO COM PROFESSOR ZÉ BUMBA Neste domingo 05 de junho a partir das 15 hs na Praça 22 de Outubro


JPT convida para
OFICINA DE PERCUSSÃO COM PROFESSOR ZÉ BUMBA
Neste domingo 05 de junho a partir das 15 hs na Praça 22 de Outubro
CHUÍ-BRASIL

terça-feira, 31 de maio de 2011

Missão do Governo Tarso na Coréia - Interesse da Hyundai no Porto de RG



Integrantes do governo, secretários e jornalistas chegaram na manhã deste sábado (28) à Coreia do Sul. Empresários, representantes de universidades e dirigentes municipais vão integrar a comitiva neste domingo (29). O grupo faz parte da comitiva do Rio Grande do Sul que buscará conhecer as experiências do país. A agenda de trabalho começa, na próxima segunda-feira (30) e segue até a sexta-feira (04).


O governador Tarso Genro e os demais integrantes do Executivo Estadual viajaram na noite de quinta-feira (26) na companhia de parlamentares gaúchos, jornalistas, representantes de instituições empresariais, dirigentes de universidades e um pequeno grupo de empresários. Entre os empresários que embarcaram com o governador, está o gerente geral da Área de Instalações e Processos de Produção da Petrobrás, Ibsen Flores Lima.

Dentre as atividades que compõem a agenda da missão, está a apresentação das oportunidades de negócios a serem abertas no Brasil em virtude do pré-sal. Além da indústria naval, o governo gaúcho também está focado em ampliar o diálogo com a indústria de semicondutores e de eletrônicos.

A Coreia do Sul é o país líder em redes de comunicação sem fio e acesso à internet, registrando excelência em desenvolvimento de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Há interesse da comitiva em conhecer a expertise coreana na área e averiguar a possibilidade de realizar projetos conjuntos para o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Na quarta-feira (1º) pela manhã (horário coreano), haverá visita ao Instituto de Pesquisas em Eletrônica e Telecomunicações (ETRI), principal instituto daquele país de pesquisa em tecnologia da informação e de comunicações.

Fonte: Palácio Piratini



As constantes notícias de que a empresa coreana Hyundai estaria interessada no Porto de Rio Grande foram explicadas pelo deputado Alexandre Lindenmeyer e pelo governador Tarso Genro, diretamente da Coréia do Sul. Segundo o parlamentar, “o que a Hyundai propuser pode ser bem-vindo, desde que não altere o atual formato de gestão do Porto”.

Proprietária de uma frota de 140 navios que percorrem os oceanos de todo o mundo transportando conteineres, a empresa coreana fixaria um terminal exclusivo para as suas operações no local. O governador Tarso Genro disse que enviará um relatório sobre as características do Porto de Rio Grande para conhecimento dos executivos da Coreia. Por sua vez, os coreanos ficaram de enviar uma nota técnica, manifestando seu interesse de curto, médio e longo prazo. Não está descartada a hipótese de um diretor de lá vir conhecer de perto o nosso Porto.

Segundo o governador Tarso Genro, o objetivo da Hyundai não é administrar o Porto, substituindo a Superintendência: "Não há nenhum pedido e nenhuma pretensão de mudança do regime jurídico, já que os portos atuam com concessões que, concretamente, são as PPP's. Não há discussão de administração. Eles sabem que o regime jurídico é o acoplamento à base já existente", reafirma Tarso.

Alexandre vem mantendo contatos diários com sua assessoria de imprensa no sentido de contar sobre o que acontece de mais importante no dia-a-dia na Coreia. Em breve, mais informações.

O governador esclareceu a questão hoje pela manhã para a imprensa. Ouça o áudio da rádio Guaíba 720 AM

http://www.correiodopovo.com.br/Player.aspx?Data=5%2F31%2F2011+8%3A54%3A53+AM&Arquivo=178884&Ext=MP3&Legenda=Governador+Tarso+Genro+fala+sobre+parceria

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Marroni participa de Forum Global sobre desenvolvimento urbano



O deputado Fernando Marroni, integrante da Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara, participará esta semana (de 18 a 20 de maio) do 7º Fórum Global de Parlamentares sobre Habitat Global. O evento ocorrerá na cidade de Zadar, na Croácia.

Parlamentares de todo o mundo irão se reunir a convite do parlamento croata para discutir os desafios atuais no campo do desenvolvimento urbano sustentável.

Questões como Desenvolvimento Urbano Sustentável, Mudanças Climáticas, Meio Ambiente, Habitação e Autonomia Local estarão na pauta da conferência.

Os resultados das oficinas serão registrados em um documento intitulado "Declaração de Zadar", que servirá como base para o trabalho nos países envolvidos com o evento.

CUBA TEM MAIS DE 1500 PESSOAS COM MAIS DE CEM ANOS - Este é um reflexo do crescimento da Expectativa de Vida no Único país socialista das américas.



Unas 1551 personas rebasan los cien años de edad en Cuba, diez más que los existentes en el 2010, de acuerdo con una actualización realizada del estudio de Centenarios en la Isla, informó este jueves el diario Granma.

Según la información, el mayor número de ancianos que rebasan esta edad y a los cuales el Estado brinda una atención especializada, están distribuidos entre las provincias de La Habana, Santiago de Cuba, Holguín, Camaguey y Villa Clara, esta última el lugar donde habita la población más envejecida del país.

Por esta investigación, coordinada por el Departamento Nacional del Adulto Mayor y Asistencia Social del Ministerio de Salud, se conoce que la decana de los que han sobrepasado la curva de los 100 en la Isla es Juana de la Candelaria Rodríguez, que cumplirá en junio 126 años.

Las personas que sobrepasan los 100 motivan gran interés de investigadores y la población en general, indicó la información, al constituir un grupo humano que ha logrado vencer obstáculos ambientales y de salud y alcanza los mayores límites de vida actuales.

Asimismo, resaltó que la esperanza de vida al nacer en Cuba, en general, es de 76 años para los hombres y 80 para las féminas, mientras que en la población de centenarios hay un 20 por ciento más de mujeres que de hombres.

En este sentido, la próxima semana se celebrará en La Habana el IX Seminario Internacional Longevidad Satisfactoria, Visión Integral, auspiciado por la Asociación Médica del Caribe y el Club de los 120 años de Cuba.

El evento tendrá como tema central, Longevidad y Medio Ambiente y una agenda de trabajo que incluye, atención al diabético, hipertensión arterial, obesidad, traumas y otras enfermedades.

Científicos de todas las ramas del saber se reunirán para debatir sus experiencias e intercambiar criterios acerca de cómo alcanzar vidas largas y productivas.

Fonte: Rádio Nacional de Venezuela
http://www.rnv.gov.ve/noticias/

POVO DA ESPANHA DÁ EXEMPLO DE LUTA POR DEMOCRACIA PARA OUTROS PAÍSES EUROPEUS


"No somos antisistema. El sistema es antinosotros", reza una enorme pancarta atada en la escultura ecuestre de Carlos III en la Puerta del Sol, en Madrid. Es un lema que resume, en parte, el sentir de las decenas de miles de ciudadanos indignados que, por segundo día consecutivo, desafiaron de manera pacífica las amenazas de autoridades de prohibir las manifestaciones hasta después del 22 de mayo, día de las elecciones municipales en España. La respuesta ciudadana fue, de nuevo, multitudinaria y exigió un cambio de rumbo en el modelo político y económico.

La plataforma Democracia Real Ya cuenta cada día con más simpatizantes que colaboran con la causa mediante firmas –más de 40 mil desde el pasado domingo–, entrega de víveres, mantas, material de papelería y con la presencia física en los momentos en los que la policía amenaza con dispersar.

La Puerta del Sol ya fue rebautizada por el movimiento ciudadano como la Puerta de la Solución, convertida en el centro neurálgico de una protesta que ya está presente en todo el país y que empieza a contagiar su efervescencia a otros países como Alemania, Italia, Reino Unido, Grecia y Portugal.

Lo que en algunos foros ya se conoce como la "revolución española" inició el pasado domingo, con una manifestación en 50 ciudades que sacó a las calles a más de 120 mil personas. Esa noche, cuando un grupo de jóvenes cerró en Madrid la céntrica Gran Vía, los agentes antidisturbios reprimieron con violencia a los jóvenes indignados, 18 de ellos detenidos por alteración del orden público. Horas después, tras una asamblea horizontal y espontánea, decidieron acampar en la mencionada plaza madrileña.

El plantón duró sólo unas horas, pues a las cinco y media de la madrugada la policía, por órdenes del gobierno socialista de José Luis Rodríguez Zapatero, los desalojó. Ese gesto elevó el nivel de indignación y la respuesta fue que alrededor de 15 mil personas se congregaron el martes, de nuevo en la Puerta del Sol para iniciar otro plantón, que sólo el primer día congregó a más de dos mil personas.

Tras una primera noche sin mayores contratiempos que abastecerse de agua, mantas y fijar una enorme carpa azul para protegerse de la lluvia, los "indignados" fueron informados este miércoles por la tarde que la Junta Electoral de Madrid prohibió cualquier tipo de manifestación o protesta, al menos hasta después de las elecciones del 22.

El gobierno recibió la notificación y, en coordinación con las autoridades locales –del derechista Partido Popular (PP)– advirtió a los manifestantes que se consideraría ilegal cualquier concentración en la Puerta del Sol y que, por tanto, tenían que desalojarla, levantar el campamento y esperar hasta después del domingo para enarbolar de nuevo su campaña de indignación contra la clase política, los banqueros y los empresarios.

De nuevo la respuesta social fue de rebeldía y en un hecho insólito decenas de miles desafiaron a autoridades, jueces y policías con una concentración multitudinaria. Y otra vez el perfil de los asistentes fue variopinto: jóvenes que exigen una oportunidad de vida digna, profesionistas desempleados, ancianos que comparten las reivindicaciones y que vuelven a poner el puño en alto, incluso padres de familia con hijos pequeños, muchos que apenas caminan. Uno de ellos explicó: "Estamos aquí para detener esto que es insostenible. No vamos a permitir que nuestros nietos conozcan el esclavismo cuando crezcan".

La gente entonó durante horas las consignas que se han convertido en himnos de esta revuelta pacífica, como la que dice "oe oe oe, lo llaman democracia y no lo es" o "no tenemos casa, nos quedamos en la plaza", o la que dirigen a los dirigentes políticos, con un contundente "que no, que no, que no nos representan". O un clásico de la Guerra Civil española (1936-1939), que además fue emblemático de la resistencia de Madrid al avance de las fuerzas franquistas: "No nos moverán".

Al cierre de esta edición no se había reportado alguna intervención policial, a pesar de la presencia de elementos y el sobrevuelo de helicópteros.

Todas las decisiones del movimiento ciudadano se acuerdan en asamblea, incluso las más cotidianas como la confección de la lista de necesidades para que los simpatizantes se solidaricen con mantas, agua, comida o ropa. En todo caso, los "indignados" reiteraron que se mantendrán en su postura, que no se moverán de la plaza al menos hasta el domingo y que nadie, ni los partidos políticos tradicionales ni los sindicatos ni las ONG se apropiarán del movimiento.

Ana, vocera de Democracia Real Ya, lo explicó así: "Buscamos una verdadera regeneración democrática, una ruptura del modelo tradicional del bipartidismo, cambiar un sistema que condena a los más jóvenes al desempleo y que beneficia a los grandes banqueros y empresarios. Estamos hartos, indignados y no vamos a parar. Ahora es tiempo de la acción".

Francisco Jurado, también miembro de la organización, criticó los dictámenes de las juntas electorales de Madrid, Sevilla, Valencia y Granada, porque hacen un "uso perverso del derecho".

En Granada la policía desalojó con violencia a los que acampaban, pero en el resto de las concentraciones permanentes esto no ha ocurrido.

FONTE: Radio Nacional de Venezuela
http://www.rnv.gov.ve/noticias/